"E eu não sei de mais nada. Viver? Já não quero mais. É complicado. E dói, sabe? Dói não ser compreendida. Dói tudo; o corpo inteiro. E eu queria que tudo isso acabasse. De uma vez por todas. Queria que fosse possível não conviver com essa dor, esse sofrimento, esse ódio. É, ódio. Ódio de mim mesma. Da minha incompetência. Mas ódio de todo o resto. Ódio do mundo, por assim dizer. Acho que a verdade é que eu tenho ódio do meu coração, por não aguentar tanta dor. Do meu corpo, por não ser imune a mesma. Ô vontade de morrer. Acho que é isso. Tenho ódio da covardia. Da minha própria covardia. Me irrito comigo mesma, as vezes. Meu inconsciente encontra formas de me torturar… [...]"

_alma-despoetizada_

we’d keep all our promises, be us against the world.